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Rudney Otto Pfützenreuter - Livros

PRIMEIRO LIVRO

1990 - Ainda Resta Um Sorriso - Romance/Policial, Editora do SENAI/SC

Sinopse

Este livro retrata a história de um jovem que vivia no interior do estado catarinense(Brusque) e migrou para um centro maior (Florianópolis), por circunstâncias não de sua vontade, onde, ao passar do tempo, pelos contatos assíduos no local de trabalho e embevecido com os encantos da cidade que o acolheu, viu-se apaixonado por uma mulher comprometida, mas impedido de se manifestar pela timidez contida dentro de si. O drama desenrola-se em várias cidades do estado, tendo como pano de fundo o deslumbramento de suas paisagens naturais e urbanas. Impossível de consumar o enlace, Roland limitava a se devotar em favores, tentando arrefecer o sofrimento de Jerusa (sua diva), ante as adversidades causadas pela vida escusa praticada pelo marido. Na sucessão dos acontecimentos, com freqüência recorre-se ao passado dos protagonistas para provar que os fatos marcantes da infância refletem no comportamento futuro de cada um. Por muitos anos afastados, nem o tempo, nem a distância conseguiram apagar Jerusa dos pensamentos de Roland, cujo reencontro foi ensejado por um detalhe extravagante e fortuito. Elenco de destaque: Roland. Adolescente, sai de casa para fazer a vida na cidade, onde conhece Jerusa. A beleza, a graça e a candura da colega de trabalho ensejou na mente do jovem um impulso transbordante para conquistá-la. Jerusa. Uma simples funcionária burocrata de uma repartição que sem se aperceber transtorna os pensamentos de uma pessoa próxima. Não obstante ter uma aparência alegre e comunicativa, na vida pessoal atravessa uma fase difícil no convívio familiar, pelas falcatruas praticadas pelo próprio marido. Outros nomes cruzam com o enredo dos dois protagonistas: Ricardo, Márcia, Amélia, Tereza, Mauri, Gert, Cecílio, Raul,...
SEGUNDO LIVRO

1991 - O Canto do Inhambu - Romance sobre a Luta do Contestado, Editora do SENAI/SC

Sinopse

Este livro tem como pano de fundo a contenda presenciada no meio-oeste catarinense entre os anos de 1912 e 1916, quando uma súcia de caboclos sublevaram-se contra os poderes constituídos. Trata-se da Guerra do Contestado (ou Luta Contestada ou Luta Cabocla, como alguns titulam). Um combate deflagrado numa região onde muitos interesses estavam em jogo, principalmente para o estado catarinense, pois além de ter um território não muito grande, tinha um seu pedaço, exatamente onde se passava a sublevação, reivindicado pelo estado do Paraná. A intervenção legalista serviu, não só para reprimir o avanço dos caboclos, ou jagunços, mas também para efetivar o domínio do estado de Santa Catarina a região litigiosa. Alguns personagens aqui vividos são fictícios, outros, num preito retributivo, aparecem com os nomes verdadeiros. A história relatada, porém, trilha pela seqüência real do enredo belicoso, trazendo ainda ao cenário a participação do povo e dos poderes políticos concentrados na distante capital, Florianópolis. Foi este o modo peculiar por mim idealizado para os fatos darem-se a conhecer. Desenhei o quadro lúgubre da guerra com tintas incolores, e depois, nas lacunas dos feitos principais, inseri as ficções da aquarela viva, cheia de humanismo, afetividade e paixão. Para constituir o enredo, recorri a muitos relatos históricos e biográficos. Outros livros ainda serão editados sobre a causa, pelo fato de muita coisa estar para ser desvendada sobre o que aconteceu em nosso estado naqueles anos de 1912 a 1916. Espero que o relato deste livro sirva como um elemento motivador. Isto é, as emoções que ele possa provocar sejam como um impulsor para os leitores melhor compreenderem e mais se interessarem pela guerra contestada. Elenco de destaque: Rafael Cardoso , um soldado da Polícia Militar de Santa Catarina. Ao entrar no cenário da guerra com toda bravura, um fato inesperado leva-o para outro caminho. Conhece Teodora, por quem se apaixona. E ambos compartilham um preito de benevolência e desafios para com a causa contestada. Teodora Merini , uma professora descendente de italianos. O encontro casual com Rafael altera o rumo de sua vida. No transcorrer da guerra perde-se de seu amado. Capturada pelas forças legalistas é transferida para a capital. Sua beleza e astúcia desperta o desejo voluptuoso de um político. O reencontro com Rafael tem como cenário o esplendor de uma praia no lado oriental da Ilha encantada. José Maria . O monge que mantém a unidade dos caboclos com suas pregações. Deputado Adelmo Faissal . O político que se envolve com Teodora e a protege. Mais tarde, ele abdica da vida confortável do poder e adentra no cenário da guerra em busca de sua amada. Tenente Sindoval Meireles . Da Polícia Militar de Santa Catarina é mandado para o campo de luta, onde conhece e se envolve com Teodora. Coronel João Gualberto Gomes de Sá Filho . O oficial da Polícia Militar do Paraná que veio com sua tropa invadir e tomar o território reivindicado por seu estado. Foi derrotado pelos jagunços. Outros nomes aparecem como coadjuvantes: Capitão Januário Albuquerque, Araíla, Elza, Marialva, Ligórnio, Adeodato, Padre Odorico e outros mais. Todos, de um modo peculiar, protagonizam com uma parcela pequena, mas essencial no desenrolar da história.
TERCEIRO LIVRO

1994 - À Sombra do Altar - Romance sobre os efeitos da Revolução de 1964, passado em Criciúma, Editora Papa-Livro

Sinopse

O enredo deste livro protagoniza os fatos que envolveram todos os brasileiros no período revolucionário após o golpe de 1964. Nele, relatei os acontecimentos que ficarão para sempre na história do País e na vida de todos nós. Muitos episódios tristes e violentos fizeram-se em nosso meio, os quais devemos trazer à tona para evitar que algum dia eles se repitam. A história que escrevi neste livro envolve as pessoas comuns de uma cidade, num encadeamento de cenas inusitadas. Pelo que pesquisei, consegui catalogar os fatos acontecidos em diversas cidades de Santa Catarina, aproveitando os principais para relatá-los. O cenário escolhido para o desenrolar da história foi a cidade de Criciúma. A descoberta do carvão de pedra em seu subsolo, deu a Criciúma um desenvolvimento extraordinário, tornando-se a cidade mais bonita e graciosa do sul catarinense. Mas o crescimento teve seu preço. Aos poucos, sua periferia foi sendo tomada por uma multidão de mineiros que se organizavam em fortes sindicatos. E eles faziam barulho. Bem informadas do sucedido, as forças revolucionárias de 64 enquadraram aquela região como passível de vigilância. Mas a esquerda foi mais rápida. Organizada, aproveitou o caldeirão que se formara, infiltrou seus doutrinadores importados nas agremiações sindicais e fanatizou-lhes com o engodo doutrinário. Pelas razões acima, numa justa homenagem à bela cidade de Criciúma, transferi a ela o epicentro dos fatos hediondos acontecidos em todo o estado no período pós-revolucionário, descritos em "À Sombra do Altar". Elenco de destaque: Bianca Helena Sorati, uma bela descendente de italianos migrada para a cidade grande, onde enfrentou com fidalguia os dilemas da separação. Por sua beleza e singular inteligência, é assediada por outros homens que a levam a envolver-se na comoção anti-revolucionária. Padre Lúcio Terini é o vigário local. Como fazia o clero naqueles anos, pregava contra os golpistas. Na afetividade, o padre não suportava a solidão da vida sacerdotal. A amizade com Bianca era o seu lenitivo, capaz de despertar-lhe um inédito sentimento. Sílvio Otávio Marrentes, um trabalhador da mineração, envolveu-se na política por circunstâncias misteriosas. A aproximação de Bianca propiciou o consolo da frustração matrimonial e a coragem para lutar. Aurélio Corante, um "bon vivant" da sociedade criciumense. Aderiu à política depois da destruição do bem familiar pela baderna esquerdista. Era mais ligado à mãe, Hercília, que administrava o patrimônio, enquanto o pai, Aurélio Corante, seguia o caminho dos negócios externos com viagens intermináveis. Sebastião Cardoso é o jogador de futebol que veio de longe. Recebido na cidade com apoteose, um fato deprimente levou-o a abandonar a carreira e integrar-se à vida política, pelas mãos da prostituta Ismênia.
QUARTO LIVRO

1998 - Colunas de Verão - Romance/Policial, Editora Insular.

Sinopse

Ambientado em Florianópolis, este livro retrata uma característica de certos segmentos da sociedade: a obsessão para ter o nome publicado nas colunas sociais. Foi assim que a socialite Abadia aproximou-se de Tércio, o colunista, e ensejou o seu envolvimento com um político interessado em tirar vantagem do acesso à mídia, para desespero de Carolina, a filha. Espelhado na vivência dos florianopolitanos, o romance apresenta um enredo onde os personagens se deparam numa trama de vaidades, paixões e crime. Um colunista social é assassinado. Quem teria razões para o delito? No pano de fundo da história está a magia da ilha encantada que acolhe Florianópolis, com suas praias deversificadas, suas paisagens pitorescas e os ambientes de requinte freqüentados pelo povo ilhéu. Elenco de destaque: Tércio Soares, o colunista. Suas publicações despertavam a inveja, a vaidade e o ciúme entre as socialites. Abadia Martins, mulher rica da sociedade. Tudo era capaz para manter o nome em evidência. Carolina Martins, a filha. A admiração ao pai ensejava a discordância do comportamento social da mãe. Bernardo Silveira, advogado, a mesma profissão de Carolina, por quem nutria uma grande paixão. Júlio Toskes, político ambicioso e mal-amado. José Armindo de Souza (Zé Armindo), o traficante. Pablo Ruiz e Estêvão, dois casos esporádicos na vida de Abadia, que a induziram a pelejar em direção do estrelato.
QUINTO LIVRO

2000 - Encontros - Contos, Crônicas e Poesias, Editora Insular.

Sinopse

Este meu quinto livro contém contos e crônicas que há muitos anos estavam engavetados, adormecidos. Por sugestão de minha esposa Beatriz, resolvi publicá-los. Alguns deles retratam fatos recentes, outros, nem tanto, mas todos têm suas razões, pois foram vividos na prática ou transcritos com base em relatos de terceiros, ou ainda, inspirados no cotidiano. Quando estava pronto o texto, descobri em minha filha Patrícia sua propensão para escrever lindas poesias e lhe ofereci espaço, justificando a mescla, não muito precisa, mas tolerável: contos (14), crônicas(9) e poesias(26) em um mesmo livro. Dos contos, que têm seus enredos protagonizados em momentos e locais diferentes, eu espero que cada qual provoque alguma reação, de acordo com o ponto de vista e a vivência do leitor. Por alguns tenho preferências: "O Salto Cabriole", que retrata o entusiasmo da estréia de uma bailarina adolescente; "A Proeza de Elisa": a aventura de uma mulher disposta a desafiar a indiferença do marido, provando a feminilidade latente; "Encontros", tão apaixonante que deu o título ao livro; "O Último Expediente": quem trabalhou muito tempo em um mesmo emprego entenderá a mensagem; "A Meia Furada": é a minha sátira aos super avarentos, que se privam para deixar patrimônios aos herdeiros. Os advogados que trabalham com inventários sabem como isto termina. (Obs.: não tenho receio de revides pois os sovinas não compram livros...). Outros títulos compõem a seção: "A Corista que Veio de Longe", "A Pergunta", "O Último Suspiro de Damião", "O Caminhoneiro", "O Transplante", "O Bom Policial", "A Escada Cor-de-Rosa", "O Pega" e "A Vingança do Carroceiro". Das crônicas, destaco "Reminiscências de Orleans", onde relato uma viagem nostálgica que fiz à minha querida cidade. Em "Padecer no Paraíso (O Meu Seqüestro)" e "Incidente emMarselle" transcrevo duas páginas dolorosas de minha vida. Gostaria de esquecê-las, mas, por outro lado, trago a vocês para servir-lhes de guia como devemos enfrentar certos infortúnios surgidos em locais tão diversos quanto inesperados; "Ton piquinininho...ton grandon": retorno a Orleans num fato burlesco ocorrido em minha meninice que jamais o esqueci. Completam a seção de crônicas: "Você e a Dama da Outra Mesa", "A Síndrome da Chuva", "A Ausência da Musa", "Uma Fábula Ecológica" e "Você, na Mesa de um Bar". Quando às poesias, de minha filha Patrícia, entendo que elas, apesar de sucintas, contém em seu teor mensagens inspiradoras capazes de comover corações./div>
SEXTO LIVRO

2001 - Flores da Serra - Romance vivido em São Joaquim, Orleans e nos paredões da Serra do Rio do Rastro, Editora Insular.

Sinopse

Trata-se de um romance em que o autor criou um típico enredo, revivendo o tempo em que a Serra do Rio do Rastro era percorrida ao lombo de cavalos e mulas, e os corajosos tropeiros a enfrentavam para negociar seus produtos. No meio da atividade comercial, surge a relação pertinaz entre a filha de um fazendeiro e o filho de um rico comerciante. Janete Alencar, ao descer pela primeira vez a serra, levando uma tropa de bois e mulas, sente-se empolgada pelo tratamento cortês e a inteligência de Raulino Corini, que corresponde aos encantos da mulher serrana. A história tem como cenário principal as cidades de São Joaquim, no alto da serra, e Orleans, na planície. Nem a distância que as separa, nem a perigosa travessia do Rio do Rastro conseguem apagar as lembranças vividas entre Janete e Raulino, quando, em um sublime momento, as admirações consumaram-se em paixão. A narrativa ainda evoca fatos incrustados na história. Era quando as correntes políticas do PSD e da UDN revezavam-se no comando do Estado de Santa Catarina e, cada um a sua vez, aplicavam o castigo impiedoso da perseguição, transferindo os funcionários simpatizantes da oposição para bem longe. Um dos personagens, sob efeito da vida errante, também se envolve com Janete e expõe as seqüelas partidárias. Este é o sexto livro do autor, todos com temas sobre a história e os costumes catarinenses. FLORES DA SERRA Personagens, Cenário e Época PERSONAGENS Simão Alencar, destemido, saiu dos rincões gaúchos para fazer a vida no planalto catarinense. O entusiasmo político foi maior que os ideais, atropelando seus sentimentos. Janete Alencar, bonita e inteligente, superou a morte do pai com um trabalho renovador no destino da fazenda, mas não conseguiu aplacar a ardente paixão que a arrebatou. Josepe Corini, com a mesma intrepidez de Simão Alencar, construiu embaixo da serra um poderoso império econômico, capacitando-o a influenciar com veemência na política da região. Raulino Corini, o envolvimento com o trabalho e os preceitos patriarcais acabaram ofuscando sua afeição pelos encantos de Janete, retornando mais tarde, obstinado. Pedro Paulo, filho de um funcionário estadual castigado pelos rancores das disputas políticas, também se relacionou com Janete, externando as seqüelas partidárias. Outros personagens característicos somam-se ao enredo. CENÁRIO O esplendor da Serra do Rio do Rastro, localizada no sul catarinense, e as difíceis atividades econômicas sucedidas entre os serranos e os comerciantes. ÉPOCA Nos anos 40 a 60, quando as aversões políticas, incitadas pelos partidos dominantes em Santa Catarina, o PSD e a UDN, excediam as paixões e impeliam o povo a um conflito exaltado e faccioso.
SÉTIMO LIVRO

2004 - O Casarão da Ilha - Romance vivenciado na cidade de São Paulo e numa praia de Florianópolis, Editora CLC.

Sinopse

Este romance tem como pano de fundo os encantos da ilha de Santa Catarina, onde se localiza Florianópolis, com suas praias magníficas e seu povo cordial e hospitaleiro, e a escola de vida que é a cidade de São Paulo, com seu gigantismo e a sua mescla de costumes e raças. A exemplo dos seis livros por mim publicados, “O Casarão da Ilha” flui numa linguagem simples e atraente, especialmente dirigida aos que cultivam a leitura como um lazer prazeroso. Tema de “O Casarão da Ilha” Arthur Klein, alto executivo suíço em São Paulo, um dia viaja a Florianópolis e se encanta por uma de suas belíssimas praias. A impetuosa sedução não se limita ao local. No transcorrer da visita, deslumbrado por tudo que vê, acaba envolvendo-se fortuitamente com uma nativa. Depois, vai embora, forma uma bem estruturada família, mas é incapaz de esquecer o lugarejo mágico que tanto o cativou. Nas conversas de reminiscências, entre seus familiares e amigos, Arthur relembra com entusiasmo a praia maravilhosa e promete um dia visitá-la. É o que recomenda à esposa, no seu leito de morte. Muitos anos depois, atendendo a última vontade do marido, Déspina Nisyros Klein e os filhos resolvem conhecer a tão decantada praia. Além de se apaixonarem, são surpreendidos por uma criatura meiga e esplendidamente afetuosa. Elízia se apresenta e dá novo sentido à vida de cada um. Homenagem Através da personagem Déspina Nisyros Klein presto minha homenagem à colônia helênica do Estado de Santa Catarina, com especial reverência ao Escritor Paschoal Apóstolo Pítsica, que permaneceu por treze anos na Presidência da Academia Catarinense de Letras, onde cultivou um imenso patrimônio cultural. O nome Déspina (palavra grega que em português quer dizer senhora), proveio da senhora Déspina Spirydes Boabaid, professora, advogada e poetisa. Ela foi esposa do ilustre ex-Governador de Santa Catarina, José Boabaid, falecido em 1972. Personagens de “O Casarão da Ilha” Elízia do Amaral Apareceu tímida e conseguiu reverter sua vida, num enredado caminho entre a paixão e os preceitos hereditários. Déspina Nisyros Klein Soube administrar, com habilidade e finura, os obstáculos afetivos da família. Arthur Klein Sua passagem pela ilha deixou um rastro de amor e esperança. Alexandre Martins Juntamente com Elízia, realizou no casarão o ímpeto de sonho e ousadia. Outros nomes compõem o enredo de “O Casarão da Ilha” Bernadete, Constantino, Henrique, Esquivel, Leopoldo, Hermínia, Aluir, Lucila...

OITAVO LIVRO

2007 - Quando a Vida Imita a Flor - Romance vivenciado na cidade de Joinville, Editora Insular.

Sinopse

Tatiana Lemos nasceu, cresceu e constituiu família entranhada na dolorosa pobreza. Mas os seus sonhos, com intensidade, sempre lhe vaticinavam um futuro opulento e compensador. A oportunidade sobreveio por um feito inusitado na atividade profissional do marido. Na cidade maior, a família viveu feliz e na ostentação até quando, num infausto momento, Tatiana e Prudêncio decidiram tomar caminhos opostos. Ao novo amor encontrado, Cristóvão Spell, Tatiana se compromissou impetuosa a conceber um filho. Somente uma sublime paixão seria capaz de encorajar uma mulher a percorrer caminhos tão espinhosos quanto deploráveis para cumprir sua palavra. O enredo deste livro é baseado em fato real, mas os personagens têm descrições e nomes fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Personagens Principais Tatiana Lemos - a personagem central Maria Antônia - a filha de Tatiana Prudêncio José Lemos - o primeiro marido de Tatiana Cristóvão Spell – o segundo marido Elpídio Ferreira – o Delegado de Polícia Célia Wandel – a repórter que ajudou a encontrar Tatiana Fernanda - a enfermeira que leva Tatiana para Londrina Aurélio Peixoto – o médico obstetra. Está em fase de revisão o Nono romance, com o título de “O SOL HÁ DE BRILHAR”.

 

NONO LIVRO

2010 – O Sol há de Brilhar, Editora Insular, Florianópolis.

Sinopse

Era uma família rica, unida e feliz até que Alfredo, o pai, se vê seduzido por Fernanda, mulher atraente e versada em traquejos lascivos, mas perdulária incorrigível e egressa de casamento arruinado.

Somente o arrojo e a perspicácia de uma esposa e mãe seriam capazes de impedir o desastre iminente. Dalva, com sua índole de ternura e sensatez, ante a discórdia que se instalara entre os filhos, decide atirar-se num perigoso revide, buscando no passado um feito extravagante, capaz de comover o marido e induzi-lo a retornar para casa.

 

 


 

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